quarta-feira, 14 de março de 2012

ÁTOMO E DEUS

No curso de Biologia da Universidade Metropolitana, na aula de QUÍMICA GERAL, o Escriba Valdemir Mota de Menezes estudou esta lição, é interessante apontar que o átomo foi preconizado pelos filósofos, mesmo dois mil anos antes da ciência conseguir entender e formular o conceito sobre a menor partícula do universo. Da mesma forma sabemos que Deus existe, um criador Onipotente, contudo não há ciência no mundo que possa compreender a imensidão da pessoa de Deus. Mesmo não o compreendendo, devemos crer em Deus. Assim como toda a matéria é feita de átomo, e tudo no micro mundo leva ao Átomo, da mesma forma, tudo que existe, no macro mundo, nos leva a Deus, Senhor de toda a imensidão do infinito. (TEXTO DO ESCRIBA VALDEMIR MOTA DE MENEZES)


O átomo
O verdadeiro pai da Química moderna poderia ser considerado o inglês
John Dalton (1766-1844), propondo sua teoria atômica da matéria por volta
de 1803. No entanto, o conceito de átomo (do grego, átomos significa
indivisível) foi sugerido por filósofos gregos entre 400 e 500 a.C., a partir
da idéia de que a matéria não poderia ser indefinidamente dividida em
partes cada vez menores e que, ao final do processo, seriam encontradas
partículas indivisíveis. Mas tal teoria não estava baseada em resultados
experimentais. No caso de Dalton, foram utilizadas as leis de conservação
da massa e das proporções definidas, leis estas derivadas de muitas observações diretas. A teoria de Dalton pode ser expressa pelos seguintes
postulados (BRADY e HUMISTON, 1986):

1 - Toda matéria é composta de partículas indivisíveis chamadas átomos.

2 - Todos os átomos de um dado elemento têm as mesmas propriedades
(por exemplo, tamanho, forma e massa), as quais diferem das
propriedades de todos os outros elementos.

3 - Uma reação química consiste, simplesmente, num rearranjo dos
átomos de um conjunto de combinações para outro. Entretanto, os átomos
individuais permanecem intactos.

Assim, entende-se que átomos são partículas submicroscópicas de que
toda matéria é composta. Mesmo sendo formado por partículas menores,
o átomo é considerado a unidade fundamental de um elemento.
No modelo atômico atual, o átomo é formado por duas regiões: o núcleo
(minúsculo, mas responsável por praticamente toda a massa do átomo) e
a região extranuclear (espaço vazio em volta do núcleo onde ficam distribuídos
os elétrons). Por sua vez, o núcleo é composto por duas partículas: o
próton e o nêutron. O próton possui massa praticamente igual à do átomo
de hidrogênio (H), que é o átomo mais leve, e carga igual a +1. Já o nêutron
é uma partícula sem carga e com massa igual à do próton. O número
de massa tanto para o próton quanto para o nêutron tem o valor de 1.

Os agregados de dois ou mais átomos são denominados moléculas. No
interior de uma molécula, os átomos permanecem juntos por forças chamadas
ligações químicas.

quarta-feira, 14 de julho de 2010

BOMBA DE HIDROGÊNIO

Física Moderna - Bomba de Hidrogênio

domingo, 20 de dezembro de 2009

FISICA APLICADA

O site : http://didaticadafilosofia.wordpress.com/2009/05/04/na-folha-de-hojemec-quer-trocar-materias-por-areas-tematicas/ traz a seguinte matéria jornalística:

Diz o jornal Folha de São Paulo de hoje (4 de maio de 2009) que “a intenção é eliminar a atual divisão do conteúdo em 12 disciplinas no ensino médio e criar quatro grupos mais amplos. A proposta será discutida hoje pelo Conselho Nacional de Educação”.
Segue e texto: “O Ministério da Educação pretende acabar com a divisão por disciplinas presente no atual currículo do ensino médio, o antigo colegial. A proposta do governo é distribuir o conteúdo das atuais 12 matérias em quatro grupos mais amplos (línguas; matemática; humanas; e exatas e biológicas). Na visão do MEC, hoje o currículo é muito fragmentado e o aluno não vê aplicabilidade no programa ministrado, o que reduz o interesse do jovem pela escola e a qualidade do ensino. A mudança ocorrerá por meio de incentivo financeiro e técnico do MEC aos Estados (responsáveis pela etapa), pois a União não pode impor o sistema. O Conselho Nacional de Educação aprecia a proposta hoje e amanhã e deve aprová-la em junho (rito obrigatório). O novo Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), que deverá substituir o vestibular das universidades federais, será outro indutor, pois também não terá divisão por disciplinas. Segundo a proposta, as escolas terão liberdade para organizar seus currículos, desde que sigam as diretrizes federais e uma base comum. Poderão decidir a forma de distribuição dos conteúdos das disciplinas nos grupos e também o foco do programa (trabalho, ciência, tecnologia ou cultura). Assim, espera-se que o ensino seja mais ajustado às necessidades dos estudantes. O antigo colegial é considerado pelo governo como a etapa mais problemática do sistema educacional. Resultados do Enem mostram que 60% dos alunos do país estudam em escolas abaixo da média nacional. O governo Lula pretende que já no ano que vem, último ano da gestão, algumas redes adotem o programa, de forma experimental. No médio prazo, espera que esteja no país todo. ”A ideia é não oferecer mais um currículo enciclopédico, com 12 disciplinas, em que os meninos dominam pouco a leitura, o entorno, a vida prática”, disse a secretária de Educação Básica do MEC, Maria do Pilar. Está previsto também o aumento da carga horária (de 2.400 horas para 3.000 horas, acréscimo de 25%). ”A mudança é positiva. Hoje, as disciplinas não conversam entre si”, afirmou Mozart Neves, membro do Conselho Nacional de Educação e presidente-executivo do movimento Todos pela Educação. ”A análise de uma folha de árvore, por exemplo, pode envolver conhecimentos de biologia, química e física. O aluno pode ver sentido no que está aprendendo”, disse Neves. A implementação, no entanto, será complexa, diz o educador. “Precisa reorganizar espaços das escolas e, o que é mais difícil, mudar a cabeça do professor. Eles foram preparados para ensinar em disciplinas. Vai exigir muito treinamento.” O MEC afirma que neste momento trabalha apenas o desenho conceitual. Não há definição de detalhes da implementação ou dos custos.”





O texto não esclarece muito. Antes de dizer qualquer coisa vou esperar pela proposta do CNE. Seria óbvio pensar, por exemplo, que a imensa maioria das sociedades de ensino vai criticar a proposta, que representaria um enorme retrocesso se mexesse no processo formacional. Uma coisa é pensar o ensino em áreas, conversar entre si, etc. Outra coisa é pensar no profissional que entraria na sala de aula. A ver.”

Não sou um “expert” no assunto, talvez uma aluno mediano no que tange a ARTE DE ENSINAR, mas gostaria de compartilhar minha opinião sobre as disciplinas do ensino médio. Eu defendo O PRAGMANTISMO, guardada as devidas proporções, o pragmatismo na qual acredito não vai de encontro com o PLURALISMO (doutrina filosófica que ensina que as verdades são absolutas e devem ser baseadas em princípios justos), no qual também acredito, mas na vida temos que ser prático, mais do que teórico.
Acho que é uma aberração certas disciplinas na escola como: FÍSICA E QUÍMICA, não que estas disciplinas não sejam importantes, mas elas deveriam ser lecionadas em um contexto de uma disciplina mais PRÁTICA, tal como EDUCAÇÃO PARA O TRANSITO.
O TRÁNSITO mata mais do que arma de fogo, e isso ocorre no mundo inteiro, e o incrível nas nossas escolas é não tem uma disciplina prática como esta. Em vez de diminuirmos o número de disciplinas como querem os “experts” da educação, eu acho que justamente deveria ser o contrário, deveríamos triplicar ou quadruplicar o número de disciplinas.
A medida que a sociedade vai ficando mais complexa, mais ramos de ciências vão surgindo, mais necessidade temos em enxergar um panorama geral da vida e não ficar três anos da vida escolar se dedicando a formulas decorativas da QUÍMICA E DA FÍSICA.
Na disciplina EDUCAÇÃO PARA O TRANSÍTO que é uma disciplina muito mais prática do que FÍSICA E QUÍMICA o aluno aprenderia conceitos da física, mas de maneira prática (pragmática). O aluno iria estudar quais os efeitos de uma choque frontal entre um carro a 60 Km/hs com um outro veículo a 60 km/hs.
Noções de física como “DOIS CORPOS NÃO PODEM ESTA NO MESMO ESPAÇO” seriam explicadas no contexto de uma travessia de uma via pública sem as devidas cautelas e como um corpo mais maciço expulsaria o corpo mais frágil daquele espaço, em outras palavras o carro e o pedestre não podem ocupar o mesmo espaço e o choque entre ambos resultará no arremesso do corpo humano.
Outras dezenas de noções de Física seriam dadas nesta disciplina como os conceitos de ACELERAÇÃO, CINEMÁTICA, MECANICA, DINAMICA, ESTÁTICA, SOM, TERMODINÂMICA e etc...
Portanto os teóricos do MEC estão enganados aos acharem que, como diz o texto acima: “Na visão do MEC, hoje o currículo é muito fragmentado e o aluno não vê aplicabilidade no programa ministrado, o que reduz o interesse do jovem pela escola e a qualidade do ensino.” O problema não é a fragmentação do currículo, mas a APLICABILIDADE NO PROGRAMA MINISTRADO.
Enquanto os alunos são forçados a decorar fórmulas de física e química, os mesmos alunos por falta de aplicabilidade, quando pegam sua moto, saem “costurando” pelo trânsito feito loucos, não levando em conta os conceitos de CENTRO DE GRAVIDADE e outros conceitos que iriam fazê-lo entender quais os riscos de conduzir uma moto imprudentemente.
A matéria jornalística acima menciona que ”A idéia é não oferecer mais um currículo enciclopédico, com 12 disciplinas, em que os meninos dominam pouco a leitura, o entorno, a vida prática”. Esta frase define bem o que pretendo transmitir, a escola deve ensinar VIDA PRÁTICA (PRAGMATISMO). Mas justamente o que precisamos é de um currículo ENCICLOPÉDICO e não o contrário...
O currículo escolar deveria diminuir a carga horária das disciplinas existentes, ensinando somente o fundamental destas disciplinas, ai neste caso a disciplina de FÍSICA E QUÍMICA poderiam permanecer na grade curricular, desde que ensinassemos somente os fundamentos desta disciplina e passaríamos a nos dedicar a DEZENAS de outras disciplinas ainda mais importantes e práticas.
Falta na grade curricular do ensino médio uma disciplina chamada OFÍCIOS E PROFISSÕES. A jovem está preste a terminar o ensino médio e deve escolher uma profissão e simplesmente o Estado através da Educação NÃO PREPAROU O ALUNO PARA FAZER ESCOLHAR IMPORTANTES NA SUA VIDA !!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
Portanto a disciplina OFÍCIOS E PROFISSÕES deveria ser ministrada aos alunos no último ano do ENSINO MÉDIO, nesta disciplina o aluno teria uma visão panorâmica de cada profissão, o que tal profissional faz, a média salarial que o mercado paga para estes profissionais. Os custos para o aluno se especializar naquela área. Agora, o que eu não me conformo é que no ensino médio TODOS OS ALUNOS tem que estudar física e química como se todos fossem trabalhar na NASA ou no laboratório do BOTICÁRIO.





O texto da reportagem acima termina com os dizeres: “a imensa maioria das sociedades de ensino vai criticar a proposta, que representaria um enorme retrocesso se mexesse no processo formacional.” A crítica que se faz é justamente porque ela, na minha visão de aluno, É UM RETROCESSO. Que é preciso mudar no processo formacional, isso é, mas não para pior !!!!!

terça-feira, 15 de dezembro de 2009

GERADORES ELÉTRICOS

O conceito de gerador elétrico é: todo o dispositivo capaz de transformar energia não elétrica em energia elétrica. Deus é Senhor da Energia e ele criou os seres vivos capazes de transformar a energia do sol, da água e dos alimentos em energia para os corpos, os homens descobriram (não criaram) a energia elétrica.





O universo funciona a base de energia que esta em constante mudança de forma, sendo dissipada no cosmo sobre diversas formar. Os geradores elétricos foram inventados para poder aproveitar diversas energias dispersas no universo para proveito do homem. Vejamos alguns tipos de energias não elétricas:

ENERGIA QUÍMICA (pilhas e baterias)
ENERGIA FOTO-VOLTÁICA (bateria solar)
ENERGIA EÓLICA (usinas de ventos)
ENERGIA MECÂNICA (usinas hidroelétricas)
ENERGIA TÉRMICA (usinas térmicas)
ENERGIA NUCLEAR (usinas nucleares)